ROCK AND ROLL


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THE BEATLES

The Beatles foi uma banda de rock britânica, formada em Liverpool em 1960. É o grupo musical mais bem-sucedido e aclamado da história da música popular Liverpool, Reino Unido (1960) Integrantes: John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr, George Harrison, Pete Best, Stuart Sutcliffe.

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LED ZEPPELIN

Led Zeppelin foi uma banda britânica de rock, formada em Londres em setembro de 1968. A banda consistia no guitarrista Jimmy Page, o vocalista Robert Plant, o baixista e tecladista John Paul Jones e o baterista John Bonham Álbuns: Led Zeppelin IV, Physical Graffiti, Houses of the Holy, mais Gênero: Hard rock, Blues-rock, Folk rock, Heavy metal Gravadoras: Swan Song Records, Atlantic Records, Warner Music Group, Polydor Records.

AC/DC

AC/DC é uma banda de rock formada em Sydney, Austrália em 1973 pelos irmãos Angus e Malcolm Young. A banda é considerada um dos maiores e mais bem sucedidos grupos musicais de todos os tempos, vendendo mais de 200 milhões no mundo inteiro. Wikipédia Início da carreira: Sydney, Austrália (1973) Álbuns: Back in Black, Live, Black Ice, Powerage, The Razors Edge,

sábado, 23 de junho de 2018

OS MUTANTES - DISCOGRAFIA


Os Mutantes são uma banda brasileira de rock psicodélico formada durante o Tropicalismo no ano de 1966, em São Paulo, por Arnaldo Baptista (baixo, teclado, vocais), Rita Lee (vocais) e Sérgio Dias (guitarra, baixo, vocais).Também participaram do grupo Liminha (baixista) e Dinho Leme (bateria).

A banda é considerada um dos principais grupos do rock brasileiro. Além do inovador uso de feedback, distorção e truques de estúdio de todos os tipos, os Mutantes foram os pioneiros na mescla do rock and roll com elementos musicais e temáticos brasileiros. Outra característica do grupo era a irreverência. Se antes dos Mutantes, o gênero no Brasil era basicamente imitativo, a partir do pioneirismo de Arnaldo, Sérgio e Rita, abriu-se o caminho do hibridismo.

Os Mutantes iniciou suas atividades em 1966, como um trio, quando se apresentaram em um programa da TV Record, até terminar em 1978 com apenas Sérgio Dias como integrante original. Ao longo destes doze anos, foram gravados nove álbuns – sendo que dois deles, O A e o Z e Tecnicolor, foram lançados apenas na década de 1990. Foi nessa década que foi reconhecida no cenário do rock nacional e internacional a importância dos Mutantes como um dos grupos mais criativos, dinâmicos, radicais e talentosos da era psicodélica e da história da música brasileira e mundial.

História

Anos 1960 e 1970 - Origens

Em 1964, os irmãos Arnaldo Baptista e Cláudio César Dias Baptista, juntamente com Raphael Vilardi e Roberto Loyola, fundaram o grupo The Wooden Faces. Um ano depois, conheceram e convidaram Rita Lee – então no Teenage Singers – a integrar a banda. Ainda entraria no grupo Sérgio, o caçula na família Baptista. A nova banda passou a se chamar Six Sided Rockers, depois O Conjunto e O´Seis.

Em 1966, eles gravaram compacto simples pela Continental com as composições “Suicida” (de Raphael e Roberto) e “Apocalipse” (de Raphael e Rita), que vendeu menos de duzentas cópias. Ainda naquele ano, Cláudio César, Raphael e Roberto deixariam o grupo. Arnaldo, Rita e Sérgio mantiveram o grupo, que foi rebatizado com o nome definitivo de Os Mutantes – por sugestão de Ronnie Von, que, naquela ocasião, lia O Império dos Mutantes, ficção científica de Stefan Wul. Von, uma das estrelas da Jovem Guarda, comandava então o programa dominical O Pequeno Mundo de Ronnie Von, transmitido pela TV Record, e não havia gostado do nome anterior. Em 15 de outubro de 1966, Os Mutantes estrearam no programa. Impressionaram tanto que o grupo foi convidado a fazer parte do elenco fixo do programa. Eles também participaram das gravações do LP Ronnie Von – nº 3.

Aproximação com os Tropicalistas

No início de 1967, mudanças na direção artística do programa reduziram paulatinamente as apresentações dos Mutantes. Por discordar das novas diretrizes, eles deixaram a Record, já que também havia a possibilidade de realizar apresentações em outras emissoras. À convite do maestro Chiquinho de Moraes, da Rede Bandeirantes, Os Mutantes exibiram-se no programa “Quadrado e Redondo”, apresentado por Sérgio Galvão. Nessa época, conheceram outro maestro, Rogério Duprat, que teria papel decisivo na história do trio. Apadrinhados por Duprat, Os Mutantes começaram a participar dos grandes festivais de música popular brasileira, que viviam sua fase áurea.

O maestro sugeriu a Gilberto Gil que convocasse o grupo como banda de apoio para gravar “Bom Dia”, que seria cantada por Nana Caymmi e inscrita no III Festival da Música Popular Brasileira, da TV Record. Outra gravação de Gil classificada para o Festival era “Domingo no Parque”. Apesar de nenhum de seus integrantes ler cifras e partituras musicais e conhecer a complexidade harmônica dos arranjos elaborados por Gil e Duprat, Os Mutantes se saíra muito bem nos ensaios e acabaram participando da gravação de ambas. “Domingo no Parque” ganhou o segundo lugar e aproximou os Mutantes do movimento tropicalista.

Em 1968, o trio assinou um contrato com a Polydor, graças a uma indicação do produtor Manoel Barenbein. Assim, foi lançando Os Mutantes, primeiro disco da banda. Com arranjos de Duprat e participação especial de Jorge Ben, o LP foi bastante inovador e experimental, além de muito influenciado pelo trabalho dos Beatles. Algumas das faixas que se destacaram são “Senhor F…” (que contou com participação da mãe dos irmãos Baptista, que tocou piano), “Panis et Circenses” (canção composta por Caetano Veloso e Gilberto Gil especialmente para os Mutantes) e “Trem Fantasma” (parceria entre os Mutantes e Caetano Veloso, que foi composta na casa do produtor Guilherme Araújo).

Também naquele ano, a banda participou ao lado de vários artistas de Tropicália: ou Panis et Circencis, disco-manifesto do movimento tropicalista, gravando a faixa-título do LP. Ainda naquele ano, o grupo participou em duas sequências – filmadas na boate Ponto de Encontro – de As Amorosas, filme do diretor brasileiro Walter Hugo Khouri, estrelado por Paulo José, Lilian Lemmertz e Anecy Rocha. Em setembro, ainda participaram do III Festival Internacional da Canção, da TV Globo, defendendo “Caminhante Noturno” (de Arnaldo, Sérgio e Rita), que acabou classificada em sétimo lugar. Mas o episódio mais emblemático daquele festival foi a apresentação de Caetano acompanhado dos Mutantes como banda de apoio. Na final paulista do FIC, realizada no Teatro da Universidade Católica de São Paulo, eles executaram “É Proibido Proibir”. A canção de Caetano foi recebida sob intensas vaias pelo platéia que lotava o auditório. Mal os Mutantes começaram a tocar a introdução, espectadores enfurecidos atirava ovos, tomates e pedaços de madeira contra o palco e deram as costas para a apresentação.

Imediatamente, os Mutantes responderam, sem parar de tocar: viraram as costas para a platéia. Revoltado com a recepção, Caetano fez um longo e inflamado discurso que quase não se podia ouvir, por causa do barulho dentro do auditório.


No final daquele ano, os Mutantes estiveram no IV Festival da Música Popular Brasileira, defendendo “Dom Quixote” e “2001″, esta última uma parceria de Rita Lee com Tom Zé.

O Fim da Tropicália

No ano seguinte, os Mutantes excursionaram pela França, onde tocaram no célebre Mercado Internacional de Discos e Editores Musicais (Midem), na cidade de Cannes, e no tradicional Olympia, em Paris. Em fevereiro, foi lançado Mutantes, segundo disco da banda – e já com a participação do baterista Dinho Leme e do baixista Liminha. Um dos destaques do LP, a faixa “Caminhante Noturno” teve erradamente a omissão do nome de Sérgio Dias como co-autor.

Ainda em 1969, os Mutantes realizaram o seu último concerto com Caetano e Gil. Foi durante a conturbada temporada na carioca boate Sucata, no qual ocorreu o famoso incidente da bandeira nacional, que, supostamente, fora desrespeitada, no entender dos militares que governavam o Brasil naquela época. Durante o espetáculo, foi pendurada no cenário do espetáculo uma bandeira, obra do artista plástico Hélio Oiticica, com a inscrição “Seja Marginal, Seja Herói”, com a imagem de um traficante famoso naquela época, o Cara-de-Cavalo, que havia sido assassinado violentamente pela polícia. Os militares alegaram ainda que Caetano teria cantado o Hino Nacional inserindo versos ofensivos às Forças Armadas. Isto tudo serviria de pretexto político para que os militares suspendessem a apresentação, prendessem Caetano e Gil e, posteriormente, soltos e exilados no Reino Unido. O episódio é considerado como o fim do movimento vanguardista.

Ainda naquela ano, estreou o espetáculo Planeta dos Mutantes, misturando música, cenas bizarras e psicodelia. No final daquele ano, o grupo defendeu a canção “Ando Meio Desligado” IV Festival Internacional da Canção.

A Consolidação da Banda

Em março de 1970, foi lançado A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado, considerado um marco na carreira do grupo, que tenta se distanciar do tropicalismo e abraçar de vez o rock. O maior destaque do LP foi a canção-título “Ando Meio Desligado” (de Arnaldo, Sérgio e Rita). Outro destaque fica por conta da regravação de “Chão de Estrelas” (de Sílvio Caldas e Orestes Barbosa), que foi muito criticada pelos críticos e puristas daquela época. No final daquele ano e com o baixista Liminha integrado ao trio Arnaldo-Sérgio-Rita, os Mutantes retornam à França para realizar algumas apresentações. À convite do produtor Carl Holmes, aproveitaram para gravar algumas canções no estúdio Des Dames, com a intenção era lançar um álbum principalmente em inglês para atrair público internacional. Mas a Polydor desistiria do projeto mesmo com um álbum inteiro já gravado. Somente em 1999, o disco seria lançado, chamado Tecnicolor.

No início de 1971, a banda foi contratada pela Rede Globo para serem uma das atrações fixas do programa Som Livre Exportação. Inicialmente, o grupo gostou, mas depois se desinteressou pelo projeto. Ainda naquele ano, foi lançado Jardim Elétrico, álbum no qual foram utilizados alguns instrumentos fabricados por Cláudio Baptista, irmão mais velho de Arnaldo e Sérgio. Quatro faixas gravadas em Paris foram aproveitadas para o disco. Em 30 de dezembro de 1971, Rita e Arnaldo se casaram. Ela disse anos depois que o casamento foi apenas para ganhar independência dos pais e que os irmãos disputaram no palitinho quem assinaria a certidão. Na volta da lua-de-mel, o casal rasgaria a certidão de casamento no programa de televisão da apresentadora Hebe Camargo.

A Saída de Rita Lee

Em março de 1972, foi lançado Mutantes e Seus Cometas no País dos Baurets. O título do disco é uma homenagem a Tim Maia, que era amigo dos Mutantes, e que chamava “baurets” os cigarros de maconha que costumava fumar. O LP mostrou a transição da banda em direção ao rock progressivo, com influências dos grupos Emerson, Lake & Palmer e Yes. A faixa “Cabeludo Patriota” sofreu com a censura e teve de mudar de nome e foram sobrepostos ruídos para esconder a frase “o meu cabelo é verde e amarelo”. “Balada do Louco” (Arnaldo e Rita) foi o grande sucesso do álbum e um dos maiores da carreira do grupo. Outras canções foram bem executadas na mídia, como “Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll” (de Arnaldo, Rita e Liminha), “Vida de Cachorro” (de Arnaldo, Sérgio e Rita), “Cantor de Mambo” (de Élcio Decário, Arnaldo e Rita), “Todo Mundo Pastou” (de Ismar S. Andrade “Bororó”), “Rua Augusta” (Hervé Cordovil).

Foi também o último LP com a participação de Rita Lee. Alegou-se na época que sua saída ocorreu devido a diferenças musicais com os irmãos Baptista, mas na realidade esteve mais relacionada com ao fim do seu casamento com Arnaldo, em uma época em que os integrantes do grupo viviam em uma comunidade alternativa na Serra da Cantareira, na zona norte da cidade de São Paulo, onde drogas e trocas de parceiros sexuais eram uma constante. Isso acabou por abalar o relacionamento de Arnaldo e Rita.

Ainda em 1972, foi descoberto que havia sido instalado em São Paulo o primeiro estúdio de dezesseis canais do país. Os Mutantes tentaram convencer a Polydor a lançar mais um álbum da banda naquele ano, mas a gravadora, interessada em lançar a carreira solo de Rita Lee, determinou que apenas ela assinasse o disco, alegando que não ficaria bem para a banda lançar dois LP em um mesmo ano. Por isso. o LP Hoje É o Primeiro Dia Do Resto Da Sua Vida ficou creditado apenas a Rita Lee, embora os Mutantes como um todo tenham participado ativamente do álbum tanto na composição quanto na gravação.

A Fase Progressiva

Já sem Rita Lee, em 1973 os Mutantes estrearam o espetáculo, “2000 Watts de Som” e gravaram O A e o Z, LP que marcou de vez a adesão do grupo ao rock progressivo. Todas as suas faixas foram compostas e executadas sob o efeito de ácido lisérgico (LSD), o que desagradou a Polydor, que não aprovou o trabalho, o considerou sem valor comercial e decidiu não lançá-lo. Além de não comercializar o disco, a gravadora decidiu demitir a banda. O álbum seria lançado somente em 1992, pela PolyGram.

Os Mutantes continuam ativos, porém Arnaldo, debilitado pelo uso contínuo de drogas (em especial o LSD) e em depressão com o final de seu casamento, apresenta comportamentos patológicos, colecionando sacos cheios de lixo, a se comunicar numa espécie de idioma inventado por ele e a fazer planos de construir uma nave espacial. Arnaldo deixa a banda, seguido pelo baterista Dinho. Em 1974, depois de uma briga com os demais integrantes, o baixista Liminha é o próximo a abandonar o grupo.

A Derrocada e o Fim

Sérgio Dias decidiu manter a banda, mas teve de reformular toda a sua estrutura. No lugar de Arnaldo, Dinho e Liminha entraram respectivamente Túlio Mourão, Rui Motta e Antônio Pedro Medeiros. A nova formação conseguiu um contrato com a Som Livre em 1974, que lançou Tudo Foi Feito Pelo Sol no ano seguinte.

Mesmo após o lançamento do LP, as discussões não cessaram. Em 1976, Sérgio demitiu Túlio e Antônio, substituídos por Luciano Alves e Paul de Castro. Arnaldo recusou todos os pedidos do irmão Sérgio para que voltassem a tocar juntos. Em 1977, a gravadora lançou Mutantes Ao Vivo, gravado no MAM do Rio de Janeiro. O álbum não agradou os fãs e a crítica.

Em 1978, Arnaldo se reuniu com a banda como convidado especial em uma única apresentação, mas não aceitou o convite de Sérgio para voltar aos Mutantes’. Com mais alguns desentendimentos, Sérgio decidiu terminar com o grupo. O fim não poderia ser mais melancólico: aproximadamente duzentas pessoas comparecem ao último concerto do grupo, em 6 de junho em Ribeirão Preto.

Depois do Fim

Lançamentos de A e o Z

Os Mutantes voltariam a ser notícia em 1992, quando os principais jornais brasileiros divulgaram que o grupo iria retornar em sua formação clássica. O que aconteceu na verdade foi um convite de Almir Chediak para que o grupo se reunisse em uma gravação. Sérgio tocou em alguns discos solo de Rita nas décadas de 1970 e 1980 e se apresentou em alguns concertos dela em 1992.

Nesses espetáculos, a plateia gritava o nome de Arnaldo. Ainda naquele ano, Sérgio Dias convenceu Mayrton Bahia, diretor artístico da PolyGram, a lançar O A e o Z, gravado em 1973. A gravadora atendeu o pedido do ex-Mutante. Em 1996, o selo Natasha Records lançou um disco-tributo ao Mutantes, no qual os vários sucessos do grupo foram interpretados por artistas do cenário pop nacional, como Arnaldo Antunes, Kid Abelha, Lulu Santos, Pato Fu e Planet Hemp.

Lançamento de Tecnicolor

No ano 1999 a gravadora Universal, dona do catálogo da extinta Polydor, finalmente resolveu lançar Tecnicolor, o álbum gravado pela banda durante sua passagem pela França em 1970. A ilustração e a caligrafia do álbum, na versão editada no ano de 1999, são da autoria de Sean Lennon. Na época, em 1970, a PolyGran inglesa convidou o grupo a morar em Londres e pediu para que eles gravassem um álbum com canções em língua inglesa. Apenas Arnaldo Baptista sabia desse convite e só contou aos outros integrantes após regressaram ao Brasil.

Em fevereiro de 2005 a revista britânica Mojo incluiu o álbum Os Mutantes em sua lista de “50 Most Out There Albums of All Time” (algo como os “50 Discos Mais Experimentais de Todos os Tempos”). Eles obtiveram a 12ª posição na lista, à frente de nomes como Beatles, Pink Floyd e Frank Zappa.

Retorno em 2006

Em 2006, os Mutantes foram homenageados na mostra Tropicália – A Rrevolution in Brazilian Culture, no Barbican Hall, em Londres, o principal centro cultural da Europa. Alegando compromissos agendados na mesma data do convite, Rita Lee não aceitou o convite. Liminha também declinou. Sérgio Dias, Arnaldo Baptista e Dinho Leme (que não tocava profissionalmente há cerca de trinta anos) aceitaram. Ao grupo original, juntou-se a cantora Zélia Duncan no lugar de Rita Lee e músicos da banda de Sérgio. Todos os ingressos para o concerto foram vendidos antecipadamente, teve como banda de abertura o grupo pernambucano Nação Zumbi e do músico texano Devendra Banhart, fã incondicional dos Mutantes. A primeira apresentação dos novos Mutantes se realizou com grande êxito no dia 22 de maio em Londres e foi gravada para futuro lançamento em CD e DVD, pela gravadora Sony BMG.

Depois do concerto em Londres, os Mutantes seguiram para temporada nos Estados Unidos. Eles se apresentaram no Webster Hall, em Nova York, no Hollywood Bowl, em Los Angeles, no The Fillmore, em San Francisco, no Moore Theatre, em Seattle e Cervantes Masterpiece Ballroom, em Denver – além de participarem do Pitchfork Music Festival, em Chicago. Ainda naquele ano, a gravadora Universal remasterizou todos os disco da banda dos anos de 1968 a 1972, fazendo uso das fitas originais.

Em 25 de janeiro de 2007, o grupo faz sua primeira apresentação no Brasil em quase trinta anos. O concerto fez parte dos festejos do 453º aniversário da cidade de São Paulo e levou cinquenta mil pessoas ao Museu do Ipiranga. Em seguida, o grupo realizou uma turnê pelo Brasil. Em setembro daquele ano, Zélia Duncan e Arnaldo Baptista anunciaram a saída dos Mutantes. Zélia alegou que queria se dedicar mais a sua carreira solo. Arnaldo queria se dedicar aos seus projetos pessoais, que incluem escrever uma autobiografia, lançar um livro de ficção (Rebelde Entre os Rebeldes) e dois álbuns da Patrulha do Espaço, e promover uma exposição com suas pinturas e esculturas.

Sérgio Dias e Dinho Leme mantiveram a banda, que lançou em 25 de abril “Mutantes Depois”, a primeira canção inédita dos Mutantes em mais de três décadas. O compacto pode ser baixado gratuitamente na Internet. Curiosamente, a canção está presente na trilha sonora da novela Os Mutantes – Caminhos do Coração.


Discografia

Senha dos arquivos: brrock


Os Mutantes (1968)
01. Panis et Circenses
02. A Minha Menina
03. O Relógio
04. Adeus Maria Fulô
05. Baby
06. Senhor F
07. Bat Macumba
08. Le Premier Bonheur du Jour
09. Trem Fantasma
10. Tempo no Tempo
11. Ave Gengis Khan



Mutantes (1969)
01. Dom Quixote
02. Não Vá Se Perder Por Aí
03. Dia 36
04. Dois Mil e Um
05. Algo Mais
06. Fuga nº II
07. Banho de Lua
08. Rita Lee
09. Mágica
10. Qualquer Bobagem
11. Caminhante Noturno



A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (1970)
01. Ando Meio Desligado
02. Quem Tem Medo de Brincar de Amor
03. Ave, Lúcifer
04. Desculpe, Babe
05. Meu Refrigerador Não Funciona
06. Hey Boy
07. Preciso Urgentemente Encontrar Um Amigo
08. Chão de Estrelas
09. Jogo de Calçada
10. Haleluia



Jardim Elétrico (1971)
01. Top Top
02. Benvinda
03. Tecnicolor
04. El Justiciero
05. It’s Very Nice Prá Xuxu
06. Portugal de Navio
07. Virgínia
08. Jardim Elétrico
09. Lady Lady
10. Saravá
11. Baby 



Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets (1972)
01. Posso Perder Minha Mulher, Minha Mãe, Desde que Eu Tenha o Rock and Roll
02. Vida de Cachorro
03. Dune Buggy
04. Cantor de Mambo
05. Beijo Exagerado
06. Todo Mundo Pastou
07. Balada do Louco
08. A Hora e a Vez do Cabelo Nascer
09. Rua Augusta
10. Mutantes e Seus Cometas no País do Baurets
11. Todo Mundo Pastou II
 



Tudo Foi Feito Pelo Sol (1974)
01. Deixe Entrar um Pouco D’Água no Quintal
02. Pitágoras
03. Desanuviar
04. Eu Só Penso em te Ajudar
05. Cidadão da Terra
06. O Contrário de Nada É Nada
07. Tudo Foi Feito Pelo Sol 



Cavaleiros Negros (1976) [EP]
01. Cavaleiros Negros
02. Tudo Bem
03. Balada do Amigo



Mutantes Ao Vivo (1976)
01. Anjos do Sul
02. Benvindos/Mistérios
03. Trem/Dança dos Ventos
04. Sagitarius
05. Esquizofrenia
06. Rio de Janeiro
07. Loucura Pouca é Bobagem
08. Hey Tu
09. Rock’n Roll City
10. Tudo Explodindo
11. Grand Finale
12. Anjos do Sul II 



A e o Z (1992) [Gravado em 1973]
01. “A” e o “Z”
02. Rolling Stone
03. Você Sabe
04. Hey Joe
05. Uma Pessoa Só
06. Ainda Vou Transar com Você 



Everything Is Possible: The Best Of Os Mutantes (1999)
01. Ando Meio Desligado
02. Ave, Lúcifer
03. Dia 36
04. Baby (1971)
05. Fuga Nº II
06. Cantor De Mambo
07. Adeus Maria Fulô
08. Desculpe, Babe
09. El Justiciero
10. Panis Et Circenses
11. A Minha Menina
12. Bat Macumba
13. Le Premier Bonheur Du Jour
14. Baby (1968)



Tecnicolor (2000) [Gravado em 1970]
01. Panis et Circenses
02. Bat Macumba
03. Virginia
04. She’s My Shoo Shoo
05. I Feel a Little Spaced Out
06. Baby
07. Tecnicolor
08. El Justiciero
09. I’m Sorry Baby
10. Adeus Maria Fulô
11. Le Premier Bonheur du Jour
12. Saravah
13. Panis et Circenses (Reprise)



Ao Vivo, Barbican Theatre, Londres (2006)
01. Abertura
02. Dom Quixote
03. Caminhante Noturno
04. Ave Gengis Kahn
05. Tecnicolor
06. Virginia
07. Cantor de Mambo
08. El Justicero
09. Baby
10. I´m sorry Baby
11. Top Top
12. Dia 36
13. Fuga N° II
14. Le Premier Banheur Du Jour
15. Ave Lúcifer
16. Balada do Louco
17. I Feel a Little Spaced Out
18. A Hora e a Vez do Cabelo Crescer
19. Minha Menina
20. Bat Macumba
21. Panis et Circenses
22. Panis et Circences (Reprise)



Haih or Amortecedor (2009)
01. Hymns Of The World Pt. 1 (Intro)
02. Querida Querida
03. Teclar
04. 2000 E Agarrum
05. Bagdad Blues
06. O Careca
07. O Mensageiro
08. Anagrama
09. Samba Do Fidel
10. Neurociência Do Amor
11. Nada Mudou
12. Gopala Krishna Om
13. Hymns Of The World Pt. 2 (Final)



Fool Metal Jack (2013)
01. The Dream is Gone
02. Fool Metal Jack
03. Piccadilly Willie
04. Ganjaman
05. Look Out
06. Eu Descobri
07. Time And Space
08. To Make It Beautiful
09. Once Upon a Flight
10. Into Limbo
11. Bangladesh
12. Valse LSD

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Mande um Abraço pra Velha (2014)
01. Domingo No Parque (Com Gilberto Gil, 1967)
02. Canção Para Inglês Ver/Chiquita Bacana (Com Rogério Duprat, 1968)
03. Ando Meio Desligado (Versão do Com
pacto 1969)
04. The Rain, The Park And Other Things (Com Rogério Duprat, 1968)
05. Cinderella - Rockfella (Com Rogério Duprat, Clélia Simone & Kier, 1968)
06. Glória Ao Rei Dos Confins Do Além (1968)
07. Baby (Com Caetano Veloso, Ao Vivo em 1968)
08. Saudosismo (Com Caetano Veloso, Ao Vivo em 1968)
09. Marcianita (Com Caetano Veloso, Ao Vivo em 1968)
10. A Voz Do Morto (Com Caetano Veloso, Ao Vivo em 1968)
11. Lady Madonna (Com Rogério Duprat, 1968)
12. Mande Um Abraço Pra Velha (1972)

13. Ando Meio Desligado (Ao Vivo, 1969)

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Eses Ojos Verdes (2015) [Single]
01. Eses Ojos Verdes

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Tributos

Triângulo Sem Bermudas - Uma Viagem à Trois (1996)
01. Vida de Cachorro (Pato Fu) 
02. Não Vá Se Perder Por Aí (Gilberto Gil & Jorge Mautner) 
03. Quem Tem Medo de Brincar de Amor (Kid Abelha) 
04. Beijo Exagerado (Barão Vermelho) 
05. Ave, Lúcifer (Lulu Santos)
06. El Justiciero (Ney Matogrosso) 
07. Cantor de Mambo (Tiburón Caribe) 
08. Top Top (Planet Hemp) 
09. Dia 36 (Arnaldo Antunes) 

10. Desculpe Baby (Daúde & Toni Garrido) 
11. Panis et Circenses (Celso Fonseca & Paulinho Moska) 
12. Ando Meio Desligado (Edgard Scandurra & Taciana)



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MADE IN BRAZIL - DISCOGRAFIA


Made in Brazil é uma das bandas de rock mais antigas em atividade no Brasil. Formada em 1967 no bairro da Pompeia, na cidade de São Paulo pelos irmãos Oswaldo Vecchione e Celso Vecchione.

O primeiro disco "Made in Brazil" de 1974, famoso disco conhecido como o "Disco da Banana" (pois trazia o desenho de uma banana na capa principal), cultuado até hoje como um dos melhores discos de rock da década de 70, trazia um rock vigoroso e com vocais muito bem elaborados por Cornelius ("Cornélius Lucifer"). Esse disco conta ainda com o baterista Rolando CastelloJunior que logo depois formaria a Patrulha do Espaço.

Em 1975 é lançado "Jack o Estripador", disco já com Percy Weiss nos vocais e Ezequiel Neves na produção, e muitas músicas que fizeram sucesso durante muito tempo, embalando a trilha sonora de muitos jovens na época como Jack o Estripador, Quando a Primavera Chegar, Batatinhas etc... "Minha Vida é o Rock'n Roll", outro disco do final dadécada de 70, já traz o próprio Oswaldo como vocalista principal além de baixista, função essa que exerce até hoje. Logo depois lançam um disco ao vivo com o nome de "Pirata".


O Made in Brazil tem uma particularidade que o colocou no "Guinness" o Livro dos Recordes: é a banda em atividade que teve o maior número de formações do mundo (são mais de 200).

Hoje, com a formação contando com Oswaldo (vocal e baixo), Celso (Guitarra), Tony Babalu (Guitarra) e Hommer (Bateria), eles ainda incendeiam as casas de shows onde se apresentam e lançam discos como "Massacre", lançado em 2005 e muito esperado pelos fãs. "Massacre" foi gravado originalmente em 1977, mas o disco todo foi censurado na época e acabou só vindo a público em 2005.

Integrantes:

Formação Atual

Osvaldo Rock Vecchione (Vocal, Baixo, Guitarra, Violão e Gaita)
Celso “ Kim” Vecchione (Guitarra, Violão, Baixo, Teclado e Back Vocals)
Octavio Lopesb “Bangla” (Sax, Desde 1979)
Mateus “Alemão” Canali (Guitarra, Desde 2011)
Roberta “Rock ´N Roll” Abreu (Backing Vocals & Percussão, Desde 2009)
Tiago “Mineiro” (Teclados, Desde 2009)
Osnir Dos Santos “Hommer” (Bateria, Desde 2010)
Paula “Cinderela” Mota (Backing Vocals & Percussão, Desde 2007)

Participações Especiais:

Criss (Backing Vocals & Percussão, Desde 2011)
Jean Carlo Trombone (Desde 2007)
Regivaldo Assaf “Vermelho” (Trumpet, Desde 2007)

Ex-integrantes:

Debora Vecchione (Deborah Carvalho) (28 de agosto de 1962 — 7 de janeiro de 2009). Foi vocalista da banda. Participou do programa Troca de Família, da TV Record, em dezembro de 2008. No mês seguinte, suicidou-se (enforcou-se no ventilador de teto no quarto do casal).
Cornélius (1o. vocal oficial da banda, fez excelente traballho no disco que exibe uma banana na capa).
Percy Weiss (Excepecional vocalista, entrou no lugar de Cornélius, e teve muita dificuldade no início por conta das comparações, mas soube responder em palco).
Caio Flávio (antigo vocalista, gravou o álbum Paulicéia Desvairada)
Tony Babalu (guitarrista com, fortes influências de Blues)
Kim Khel (Guitarrista, vocal e compositor)
Nelson Pavão (Antigo batera, com várias passagens pela banda)
Rick Vecchione (Filho de Osvaldo, saiu em 2010 para a entrada de Hommer ex baterista da polêmica banda Máxima Culpa)
Isaura (Papum) Moreira...Hoje Isaura La Cour, foi uma das dancarinas na turne do album "Deus Salva o Rock Alivia".


Discografia
Senha dos arquivos: brrock


Made In Brazil (1974)
01. Anjo Da Guarda
02. A Mina
03. Doce
04. Aquarela Do Brasil
05. Intupiu O Transito
06. Você Já Foi Vacinado
07. Tudo Bem Tudo Bom
08. Vamos Todos à Festa
09. Menina Pare De Gritar
10. Uma Longa Caminhada



Jack O Estripador (1976)
01. Jack O Estripador
02. São Coisas Do Amor
03. O Cigano
04. Banheiro
05. Meu Amigo Elvis
06. Tratamento De Choque
07. Vou Te Virar De Ponta Cabeça
08. Não Transo Mais (Parte 1)
09. Os Bons Tempos Voltaram
10. Quando A Primavera Chegar
11. O Rock De São Paulo
12. Se Eu Pudesse Voar
13. Não Tanso Mais (Parte 2)



Paulicéia Desvairada (1978)
01. Gasolina
02. Amanhã É Um Novo Dia
03. Eu Vou Estar Com Você
04. Eu Não Sei Se Mudaria
05. Você Me Machucou
06. Paulicéia Desvairada
07. Uma Banda Made In Brazil
08. Chuva
09. Finge que Tropeça
10. Massacre
11. Não estou Nem Aí
12. A Primeira Vez Que Você Me Deixou



Minha Vida É Rock 'N' Roll (1981)
01. Fim De Semana
02. Mickey Mouse A Gata E Eu
03. Menina
04. Rock 'n' Roll Suicídio
05. Eu Quero Mesmo É Tocar
06. Assopraram A Velhinha
07. Futebol
08. Minha Vida É Rock 'N' Roll
09. Caraíbas 93
10. Comendo A Poeira Da Estrada
11. Gatinha Fujona
12. Me Faça Sonhar (Parte I)
13. Me Faça Sonhar (Parte II)



Deus Salva... O Rock Alivia (1985)
01. Deus Salva... O Rock Alivia
02. Armagedom
03. Godziilla
04. A Revolta Dos Deuses
05. Careta Não Tem Vez...!
06. O Rock And Roll Não Me Larga
07. Introdução/Faíscas & Relâmpagos
08. Cometa Rock
09. Treta de Rua
10. Kamikaze Do Rock
11. Malvina's (O Pessoal Do Rock)



Made Pirata Ao Vivo, Vol. I (1986)
01. Minha Vida É Rock'N'Roll
02. Mickey Mouse, A Gata E Eu
03. Não Transo Mais
04. Jack O Estripador
05. Uma Banda Made In Brazil
06. Doce
07. Me Faça Sonhar... Venha Me Arranhar



Made Pirata Ao Vivo, Vol. II (1986)
01. Anjo Da Guarda
02. Fim De Semana
03. Mexa-se Boy
04. Vou Te Virar De Ponta Cabeça
05. Gasolina
06. Paulicéia Desvairada



In Blues (1992)
01. Só Você Sabe Ligar O Meu Motor
02. Carinhoso
03. Deixa Sangrar
04. Desilusão
05. Fiquei Com O Blues
06. Estou Down
07. Blues Da Mamma
08. Tchau Baby
09. Hotel (Rio Depressão)
10. Pompéia Boogie
11. Pôr Do Sol



Acervo Especial: Made In Brazil (1993) [Coletânea]
01. Jack O Estripador
02. Anjo Da Guarda
03. Amanhã É Um Novo Dia
04. O Rock De São Paulo
05. Os Bons Tempos Voltaram
06. Tudo Bem Tudo Bom
07. Uma Banda Made In Brazil
08. Minha Vida É Rock 'N' Roll
09. Aquarela Do Brasil
10. Vou Te Virar De Ponta Cabeça
11. Comendo A Poeira Da Estrada
12. Gasolina
13. Mickey Mouse A Gata E Eu
14. Paulicéia Desvairada



Sexo, Blues & Rock 'n' Roll (1998)
01. Remédio Prá Dormir
02. Tô A Tôa
03. Sexo, Timão & Rock 'n' Roll
04. Rock Da Pompéia
05. Meu Vizinho Não É Mole!
06. Blues Na Madrugada
07. Vou Andar
08. Comi Uma Sereia
09. Você Não Me Ouve (Criado Mudo)
10. Um Beijo
11. Por Do Sol
12. Vai Trabalhar Vagabundo
13. Novamante Na Estrada
14. Harley Boogie - Bad Boy



Fogo Na Madeira (2000) [Acústico]
01. Tchau Baby, Bye Bye
02. Rock De São Paulo
03. Paulicéia Desvairada
04. Os Bons Tempos Voltaram
05. Remédio Prá Dormir
06. Rock Da Pompéia
07. Vai Trabalhar Vagabundo
08. Tô À Tôa
09. Jack O Estripador
10. Anjo Da Guarda
11. Minha Vida É Rock 'n' Roll



Fogo Na Madeira 2 (2000) [Acústico]
01. Vou Te Virar De Ponta-Cabeca
02. Sexo, Timão E Rock' n' Roll
03. Amanhã É Um Novo Dia
04. Godzilla
05. Um Beijo
06. Mickey Mouse
07. Deixa Sangrar
08. Uma Banda Made In Brazil
09. Gasolina
10. Fiquei Com O Blues



Massacre (2005)[Gravado em 1977]
01. Massacre
02. Amanhã é Um Novo Dia
03. Uma Banda Made In Brazil
04. O Dia De Assumir
05. Paulicéia Desvairada
06. Eu Vou Estar Com Você
07. é Soda.....é Foda!
08. Eu Não Sei Se Mudaria
09. Chuva
10. Não Estou Nem Aí
11. Você Me Machucou
12. Finge Que Tropeça
13. Espera Aqui Por Mim 
14. O Passado Não Voltara Mais



Rock De Verdade! (2008)
01. Rock De Verdade!
02. Tô Ligado Em Rock 'N Roll
03. Me Abraça, Me Beija e Larga a Cerveja
04. Todo Dia Rola Um Blues
05. Pro Raul
06. Você é Meu Sol
07. Queimo o Pão de Queijo, Mas Não Queimo a Rosca
08. Vida Loka
09. Lenha Prá Queimar
10. Milk Shake & Rock 'N Roll
11. Anjo De Cara Suja
12. Festa Na Pompéia
13. Saideira